Viajando com um bebê? Moleza!

Hehehe… não exatamente. Mas é possível.

Por questões da vida, eu e a pequena viajamos desde que ela completou seu primeiro mês: trem e carro somados a longos trajetos fazem parte de nossa vida. Então, estamos escoladas em trocadores de banheiro de trem, com direito a balanço e tudo… assim como em trocadores de banheiros de restaurante de estrada, posto de gasolina, banco de carro… Ufa! Fora as paradas para mamar e porque, em um dado momento, ela cansa e precisa de colo, ou de ajuda para dormir… Enfim, posso dizer que aprendi rapidinho a viajar com ela e a criar condições que a ajudem a ficar bem e a aproveitar o passeio. Assim como o que não dá certo, ao menos para a gente. Mas, viagem longa, de avião, transcontinental? Com uma bebê de quatro meses? Putz!

Mas sabem como é, né? Primeiro Natal da bebê, família e amigos por aí, verão, sol e mar… Argumentos irresistíveis, lá fomos nós encarar a “ponte aérea”. Não sem antes ter lido os textos de outras blogueiras que já encararam essa loucura, como aqui, aqui, aqui, aqui, aqui… nossa, um bocado de histórias e eu sem saber como seria a nossa, mas bem apreensiva. Até descobrir que pode dar bem certo. E, para não dizer que não somos aventureiras, fizemos de tudo logo de cara: um vôo diurno e um noturno, um em classe econômica e outro em executiva, um pela Air France e outro pela TAM. Que é para ninguém dizer que não temos uma boa base de comparação, né? Hehehehehe… Então, sem mais delongas, minhas dicas de viagem para mamães com bebês e rodinhas nos pés.

Antes de viajar:

  1. Fazer o passaporte do pequeno sujeito, né? O que significa, se você mora fora do Brasil, ir ao consulado do país em que vive. Caso ainda não tenha registrado o bebê, vai ter que fazer isso antes, pois para o pedido do passaporte ele já tem que ter algum documento brasileiro válido. Mas o consulado é bem organizado e você tem como registrar o bebê e pedir o passaporte ao mesmo tempo. Mas é melhor contar ao menos um mês para o passaporte ficar pronto. (Lembrando que, para a certidão de nascimento, não é preciso pagar nada e que, assim que você chega ao Brasil, convém ir ao primeiro cartório da sua cidade para transcrever essa certidão que eles dão fora do país, pois parece que é só então que fica valendo mesmo.) Leve os formulários que eles pedem preenchidos e a taxa paga em alguma agência do correio para o passaporte. Aproveite também para pedir a opção que autoriza que qualquer um dos pais viaje sozinho com o bebê pela duração daquele passaporte pois, no Brasil, não se entra ou sai com um menor de idade sem um dos pais sem que o ausente tenha autorizado. Pedindo antes, isso já fica anexado no passaporte e evita uma visita ao cartório ou ao consulado cada vez que for viajar. Enfim, mais sobre essa documentação toda: aqui e aqui.
  2. Fazer um visitinha ao pediatra – ou ao médico que acompanha o bebê – e deixar tudo em dia: vacinas, principalmente. As vacinas dadas a um bebê variam de país para país. Na França, por exemplo, BCG não é obrigatória. Então, é sempre importante você informar que é brasileira e que vai ao Brasil, para que te prescrevam as vacinas necessárias. E fazer isso também com alguma antecedência, porque ninguém precisa de um bebê irritado com a viagem e, ainda mais, com reação de vacina.
  3. Aproveitar a visita ao médico e pedir aquela farmacinha básica, assim como as orientações para pequenos problemas, tipo diarréia, febre, insolação e afins. Especialmente se você vai para algum lugar que não seja sua cidade natal, se enfiar no meio do mato ou na praia e não tem nenhuma indicação de um serviço de saúde nas redondezas para o caso de precisar. Claro, emergência é emergência e pode acontecer em qualquer canto e, daí, o negócio é fazer turismo no hospital, mas tem um monte de coisas mais simples que podemos resolver com medicações, mamadas, carinho e colo.
  4. Mesmo que o bebê seja pequeno e viaje no colo, é preciso informar a companhia aérea que ele vai viajar. E – coisa mais ridícula – você paga por isso. Não o mesmo valor de uma passagem de adulto, mas paga.
  5. Caso queira pedir um berço para o bebê poder dormir ao longo da viagem, também é bom fazê-lo com antecedência. Talvez no mesmo momento em que comprar a passagem, se tiver essa opção. Ou logo em seguida, ligando para a companhia aérea. Pedimos o berço na ida e na volta e, mesmo tendo sido duas viagens bem diferentes, que fizeram com que ela não ficasse no berço o tempo todo, ajudou tê-lo ali e ter momentos em que a pequena dormiu esticadona, tranquila e confortável. Em tempo: esticadona vale para, a meu ver, até uns seis meses, pois o berço é do tamanho daqueles que se acoplam aos carrinhos de bebê.

Preparando as malas:

  1. A parte divertida foi poder levar todas as roupinhas lindas de verão que ela não estava usando por aqui. Mas a verdade é que, especialmente na praia e com um calor acima dos 30°C, roupinha era um item não apenas dispensável, mas quase criminoso. Roupinha apenas na hora em que refrescava um pouco. No resto do tempo, era fralda e body. Ou apenas fralda.
  2. Mas não tem jeito, a gente tem que ir preparada para tudo, né? Frio, calor, mais frio, mais calor… tem que levar uma penca de coisas. O que ajudou também é que eu levei uma boa quantidade de coisas que sabia que ela iria perder logo. Assim, ela despediu-se de seus vestidinhos e bodies dos primeiros meses, que foram usados nas primeiras semanas das férias e doados para outros bebês. E na mala abriu-se um milagroso espaço para colocar tudo o que ela ganhou (lembrem-se: Natal, família, amigos queridos…)
  3. Levei fraldas, para não ter que me preocupar em ir atrás disso nos primeiros dias, quando estávamos em pleno processo de adaptação a uma mudança de ritmo, de fuso horário e de clima. Por isso, levei também os produtos com os quais ela está acostumada, como o shampoo, cremes, etc.
  4. Amamentar facilita a vida até na hora de viajar. Em qualquer lugar, a refeição está pronta e não é preciso pedir para a aeromoça esquentar leite ou papinha, nem andar com mais um container de mamadeiras, potes, medidas, leite em pó… Mas, caso o bebê tome mamadeira ou já coma, acho prudente levar também o leite ou os potinhos com os quais está acostumado. Algumas companhias aéreas oferecem potinhos e leite para as crianças mas, em uma primeira viagem longa, penso que tudo o que puder ser mantido dentro do conhecido ajuda a estressar menos a criança. Estar em um avião barulhento, frio, seco, cheio de gente, de cheiros e de movimentações já é muita mudança para um serzinho tão pequeno, não?
  5. Em nome disso, levei também alguns brinquedos – os favoritos – da pequena na bagagem de mão. Brinquedos pequenos, claro. Fui percebendo ao longo das viagens de trem e de carro que os bebês são muito sensíveis às mudanças e que levam um tempo até se acostumarem a lugar novo, iluminação nova, temperatura nova, sons novos… E tudo isso muda quando viajamos. O que, para alguém que está começando a mapear o mundo, é algo gigantesco e não necessariamente agradável. Nós podemos gostar de mudar de paisagem, mas o bebê está ainda tentando entender onde está, o que faz com que as mudanças possam trazer inquietude e perda das referências. E mesmo nós, os adultos, bem que temos algum momento no meio de uma viagem em que procuramos uma boa e velha pizzaria ou coisa que o valha para sentir o gostinho lá de casa, não é não? E isso, por mais aventureiros e abertos ao novo que sejamos. Por isso, eu sempre carrego umas coisas que vão com a gente por todos os cantos: uns brinquedos e umas mantinhas mais ou menos quentes, além do sling. E não lavo o sling antes da viagem. Com isso, em qualquer lugar a pequena sempre encontra umas “caras conhecidas”, digamos assim. E vocês precisam ver a carinha sorridente que ela faz quando, no carro, no trem, no avião, no hotel, na casa dos avós ou onde quer que seja eu saco da bolsa um desses brinquedos e digo a ela: “olha quem veio com a gente…”. Para dormir, a gigoteuse que ela sempre usa também ajuda um bocado. E para cobri-la – no avião faz um frio danado – uma dessas mantinhas. É reconfortante.
  6. Na mala de mão, mudanças de roupa o suficiente para ir adaptando-a à mudança de clima. O que significa que saímos daqui com ela vestida de astronauta por causa do frio, troquei-a no aeroporto deixando-a com body de manga comprida, calça, pijama de inverno e um casaco quente, levei mais uma troca para o caso de algum “acidente”, e troquei-a perto da hora de aterrisar o avião, colocando um body de meia manga, calça e meias, que arranquei assim que pisamos no saguão do aeroporto e fazia um calor do cão, que o ar condicionado não dava conta. Fraldas, levei umas 8. E mais trocador, fralda de pano, lenços umedecidos… toda a parafernália. E uma mantinha quente e outra leve para a hora de dormir. E sorinho para pingar no nariz, porque fica muito ressecado por conta do ar condicionado. Mas confesso que não usei, porque fiquei com dó de estressar ainda mais a pequena. Passei antes de sairmos de casa e no aeroporto. Ajudou um pouco, a meu ver. E agradeci novamente por amamentar porque, imagina ter que levar mamadeira além disso tudo? E carregar a bebê? Putz, minhas costas!
  7. Ah! Não esqueça de levar o carnet de saúde do bebê, onde estão registradas suas consultas, vacinas e afins. Aqui na França, eles aconselham a que você leve para todo o lugar quando sai com o bebê e me parece uma precaução necessária, ainda mais para uma longa viagem. Assim, em caso de emergência, os dados médicos da criança estão facilmente disponíveis.

No avião:

  1. Air France e TAM te colocam numa primeira fila quando você está com bebê de colo. Como, no nosso caso, viajei sozinha com ela e o pai foi noutras datas e vôos, o berço – que vai acoplado na parede em frente a esses bancos da primeira fileira – fica em frente a você e a um desconhecido. Dei sorte na ida e na volta, pois eram pessoas gentis e compreensivas, visto que, mesmo na executiva, o berço tira um tanto do espaço de passagem em frente aos assentos. Se te colocam na janela, cada vez que precisar sair, vai ter que pedir licença ao vizinho. Se colocam o vizinho na janela, ele é quem vai ter que te pedir para levantar na hora em que precisar sair. Isso além de correr risco de esbarrar no berço e afins. Achei bem estranho. Mas a pequena dormiu ali umas horinhas e pareceu bem confortável dentro do que se pode denominar conforto quando o assunto é viagem aérea.
  2. Na Air France, durante decolagem e pouso, assim como quando tem turbulência, você é obrigada a colocar aquele cinto de segurança de criança na bebê. O que significa que ela pode estar mamando, dormindo e tem que ficar afivelada. Perrengue. Em alguns momentos em que ela estava no sling, as aeromoças deixaram ela ficar, dizendo que não havia nenhuma orientação quanto a isso mas que, como ela estava “amarrada”, digamos assim, poderia ficar se eu me responsabilizasse. Como acho mais seguro ela no sling do que presa por um cinto de segurança que não segura nada, claro que não movi uma palha. Na TAM, durante pouso, decolagem e turbulências, você tem que ficar com o bebê no colo. Não me disseram nada sobre cinto de segurança.
  3. O serviço de bordo de ambas companhias foi bem eficiente. Na Air France, me ofereceram ajuda logo que entrei, inclusive com a bagagem de mão, me mostraram como utilizar o trocador no banheiro e, assim que o avião levantou vôo, montaram o berço e vieram nos oferecer a refeição da bebê – um combo papinha + leite de caixinha (oi?) que eu, educadamente, recusei. Na TAM montaram o berço apenas depois do jantar, o que me obrigou a comer com a pequena no colo – um certo perrengue, quando o assunto é mesa de avião. Mas até cortaram a fatiaram a carne, abriram o iogurte e só não me deram comida na boca porque ficaria esquisito.
  4. Durante a decolagem e o pouso, para evitar aquela dor no ouvido pela mudança de pressão, que pode incomodar muito os bebês, dei de mamar. Funcionou três vezes em quatro. Na última ela chorou um tanto e uma outra passageira me aconselhou a colocar um algodãozinho molhado bem torcido no ouvido dela. Achei que deu certo.
  5. Entre vôo diurno e vôo noturno acho que preferi o diurno. Primeiro porque você vai sabendo que não vai necessariamente dormir. Nem seu vizinho. Assim, ninguém fica muito revoltado de não dormir. Para mim, que sempre durmo mal em viagens, é uma benção não ter que olhar todo mundo roncando, no escuro, sem conseguir pregar os olhos. Fora que, para todos os senta-levanta que envolvem os cuidados de um bebê, é melhor. Pois você vai ter que levantar muitas vezes para trocar fraldas. E dar umas voltinhas. E vão muito mais crianças. E bebês. Ou seja, você não é a única culpada pela sinfonia à bordo. Mas o bebê também está ali acordadão, o que significa mais criatividade na hora do entretenimento. De noite, entre o berço e meu colo, ela dormiu quase o tempo todo. Mas eu não dormi tanto assim, preocupada que estava com ela no berço, com o ar condicionado muito frio, com ela no colo, podendo cair… Enfim, talvez eu seja neurótica, mas achei que o vôo diurno é meio que a continuação da vida, você não tem que parar tudo e desligar e acordar em outro lugar, o que permite ao bebê simplesmente seguir o ritmo normal dele.
  6. Apesar do sling ser extremamente prático e permitir viajar muito mais leve do que um carrinho de bebê, na hora de passar pelo raio x de ambos os aeroportos, me fizeram tirar. A justificativa? Escondem todo o tipo de coisas naqueles tecidos. Oi? Perrengue master tirar o sling, tirar a bebê do sling, passar no raio x, recolocar o sling e a pequena dentro. Aqui também o pessoal foi solidário e ajudou. Mas não sem antes terem atrapalhado um bocado a nossa vida, obrigando a desmontar tudo, né?
  7. Os brinquedinhos foram muito úteis nas horas em que a pequena estava acordada, porque não dá para ficar andando em corredor de avião o tempo todo. E ela aguentou muito bem a onda, fora as últimas duas horas e o desembarque quando, penso eu, já tinha passado de todos os limites de cansaço possíveis e imagináveis.
  8. O ar condicionado é o seu pior inimigo. Ele resseca, desidrata, faz um choque térmico com as temperaturas escaldantes dos trópicos, deixa a bebê resfriada e congestionada e te deixa com uma baita dor de cabeça. Escreve aí: ar condicionado = bad guy. Não sei o que fazer para atenuar seus efeitos e, se alguém souber, por favor, dê a dica.

Na chegada:

  1. Se estiver chegando no Brasil, boa sorte. A fila de prioridades da polícia federal, no aeroporto de Guarulhos no mês de dezembro, apenas com prioridades, estava levando uns quarenta minutos no dia em que cheguei. O calor era de mais de 30°C e o ar condicionado – o seu inimigo, mais ainda quando não funciona – não estava dando conta, o que transformou a espera em um calvário que fez bebês chorarem e mães cogitarem se não seria possível socar algum daqueles funcionários incompetentes, lentos e despreparados.
  2. Não esqueça de sair do aeroporto com a roupa adequada à temperatura lá fora. Se chegar em um lugar realmente frio, como algum país da Europa, vista o bebê e vista-se também antes de passar pela porta da saída. Frio por aqui não é como aí, que a gente vai ali fora rapidinho e tudo bem. Nem para ver se está muito frio ou se dá para aguentar. A gente olha a temperatura e manda ver nas camadas. A primeira coisa que se aprende enfrentando um inverno europeu é que a gente se cobre inteiro – inclusive com luvas, cachecol, gorro – e só depois bota o nariz na rua. E isso vale mais ainda para um bebê.
  3. E quando o assunto é frio, sugiro que não compre muita roupa de extremo inverno aí para o bebê, caso pense em trazê-lo para passear no hemisfério norte, pois não servem. Traga o necessário para esse primeiro momento da chegada, assim como pijamas, bodies de manga comprida, calças, meias e casacos de lã, mas deixe para investir em uma boa combinação de inverno por aqui, caso tenha a possibilidade de fazê-lo. As “combinaisons pilote“, um tipo de macacão de um tecido muito quente, ou de nylon recheado de tecido térmico, incluem luvas, gorro e sapatos e são as mais adequadas para esquentar, bloquear o vento, o frio e a umidade. Vale o investimento, especialmente se você for passar muitos dias e se for andar bastante pelas ruas e espaços abertos com o bebê.
  4. A pequena resfriou e ficou congestionada pela mudança de temperatura e pelo choque entre ambientes climatizados e exteriores escaldantes. Provavelmente seria parecido com o choque entre os ambientes super aquecidos do inverno europeu e as ruas frias e com vento. Mudanças de temperatura, dias quentes de verão, foi tudo novidade… Melhor levar a farmacinha e, principalmente, ter muito cuidado e atenção nos primeiros dias para não exigir demais de um sujeitinho que já está cansado e, talvez, meio debilitado da viagem. Faça programas bem lights no começo.
  5. Penso que o mesmo vale com relação aos horários. Se o seu bebê começar a fazer coisas estranhas, como reclamar muito, resmungar, querer dormir em momentos esquisitos, ou mamar demais ou de menos, pense que talvez seja a mudança de horário. O corpo leva alguns dias para acostumar. Ajuda se pensar, quando as ações do pequeno surpreenderem, que horário é no lugar onde moram. Talvez você constate que é mesmo a hora da soneca, ou de mamar ou de alguma outra coisa que faz parte da sua rotina. O bebê não está te aporrinhando, ele apenas não sabe que o horário mudou e que ele tem que dormir mais cedo ou mais tarde do que vinha fazendo até então. Paciência, tolerância e cuidado e, em alguns dias, isso se ajeita.

No mais, descobri que as pessoas são bastante gentis e solidárias com mães e seus bebês em viagens. E que oferecem ajuda o que, por vezes, é muito bem vindo. E que viajar com um bebê é diferente das viagens que fazemos sozinhas ou na companhia de outros adultos. Mudam os programas, talvez. Mas o que mais muda é o ritmo. Na medida em que prestamos atenção e levamos em consideração as necessidades e os limites dos pequenos, as coisas caminham muito bem. Sem exagerar, sem forçar a barra, sem querer sair às 8hs da manhã e voltar às 22hs para aproveitar o dia. Sem emendar trinta programas um no outro. Sem esturricar no sol do meio dia. Sem querer encontrar com todos os amigos de uma vez só. Com mais pausas e mais momentos de tranquilidade, aprendendo a apresentar o mundo para o seu bebê. A minha parece que adorou.

Boa viagem!

6 comentários sobre “Viajando com um bebê? Moleza!

  1. Nem preciso dizer que seu post caiu como uma luva, né? adorei!! minha maior preocupação era passar com ele no Sling, bom saber, assim deixo ele no carrinho pelo menos nessa hora! e com relação ao frio, eu não ia comprar nada auqi mesmo, já fui pra fora e sei que o frio é beeeeem diferente! a sorte é que eu comprei alguns macacões pro thomas de plush americano, então, vou colocar nele no avião pra quando chegarmos e depois, enfio ele no sling e dentro dos meus casacos! hehe
    Vou dar um print nas suas recomendações! hehehehe
    bjsss

    1. Carol, que bom! Quando li que você vai passar um tempo fora, logo pensei que seria útil. Agora, que coragem ir para o exterior com um bebê, hein? Parabéns! Beijocas.

      1. Aaii nem fale! Mas pelo marido eu faço tudo! Hhe mas acredita que estou mais ansiosa em levar a gata do que o thomas? Ai entneder! Rdrsrs no mais, estou bem animada, mas com aquela afliçaozinha de mudanca, ainda que temporaria… Ehe bjos

    2. Ah, pensei noutra coisa aqui, não sei se ajuda e se você também já pensou de repente. Se você já sabe onde vão morar, pode tentar comprar algumas coisas pela internet. Daí vocês chegam e já têm o básico esperando. Os EUA são os melhores em compra online, de casaco a supermercado, acho que dá para adiantar um bom tanto, se for o caso, pela amazon, babies r us e afins… Nossa está chegando, hein? Boa sorte, boa viagem!

  2. Estamos preparando nossa ida (sem volta) para o Brasil e teu post será muito útil! Espero que nossa viagem seja tranquila, depois também contarei!

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